Perfis e permissões
Paciente, profissional e gestor no mesmo sistema, cada um vendo apenas o que lhe cabe. A separação entre um cliente e outro está na arquitetura, e não numa caixa de configuração que alguém pode desmarcar.
O HALI Studio é a base que a empresa desenvolveu e mantém. Cada aplicação é essa base configurada para uma linha de cuidado, com a marca, o endereço e as regras clínicas de quem contrata. Abaixo, o que ela já faz.
Paciente, profissional e gestor no mesmo sistema, cada um vendo apenas o que lhe cabe. A separação entre um cliente e outro está na arquitetura, e não numa caixa de configuração que alguém pode desmarcar.
O paciente anota sintomas e eventos pelo celular, e tudo chega organizado em linha do tempo. É justamente o intervalo que os sistemas de gestão ignoram e onde a doença evolui.
Questionários montados para cada jornada, incluindo escalas já validadas na literatura. Trocar de especialidade não exige reprogramar a plataforma.
Painéis que comparam períodos e mostram a evolução. A conduta passa a se apoiar no que está registrado, e não na memória do paciente.
Consentimentos gravados com data e finalidade, e trilha de quem acessou o quê. Os papéis de controlador e operador ficam definidos em contrato, como a LGPD exige para dado de saúde.
Hospedagem, monitoramento, correção e evolução sob responsabilidade da HALI, com prazo escrito em contrato.
Três telas dos sistemas que a HALI mantém em produção hoje, em ambiente de demonstração. Nome de paciente e registro profissional saem da imagem.

A consulta inteira acontece sem trocar de tela. O que devolve tempo ao médico não é a quantidade de recursos, é a ordem em que eles aparecem, e essa ordem foi desenhada com quem atende.

O que o paciente registra entre uma consulta e outra chega já lido, e não como pilha de respostas. A leitura é a parte difícil, e ela foi construída junto com a médica que definiu o método.

Montar o primeiro curso é onde o especialista costuma desistir. Aqui o cadastro conduz quem nunca montou um, e é isso que decide se a plataforma vai ser usada ou abandonada.
É o caso mais comum. Especialidades menores não atraem investimento das grandes plataformas de gestão e acabam na planilha, no papel e na memória. Como a base já existe, atender uma jornada nova custa uma fração de construir do zero.